Como investir em criptomoedas? Confira 3 métodos seguros
Investidores podem apostar e colocar o seu dinheiro nessas moedas descentralizadas.
As criptomoedas parecem que conseguiram superar a ideia inicial que o mercado convencional tinha de que se tratava de uma espécie de moda ou de movimento passageiro. Mas elas acabaram apresentando algumas mudanças com o passar do tempo, deixando de ser algo completamente fora do sistema e passando a ser incorporadas no dia a dia das empresas que trabalham oficialmente com finanças.

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FGTS: saque integral já disponível Zero anuidade: economize R$450/ano Economize no exterior com estes cartõesO Bitcoin acabou se tornando a criptomoeda mais famosa do planeta, mas ele é apenas uma de diversas opções de moedas digitais. E, nos dias de hoje, as pessoas conseguem investir nesse tipo de ativo de uma forma muito simples e fácil, sem qualquer tipo de necessidade de conhecimento técnico, o que existia anteriormente.
Mas, antes de tomar a decisão de investir nesse tipo de operação, é muito importante que as pessoas entendam, de fato, o que podem ser consideradas como criptomoedas e suas principais características.
O que são as criptomoedas?
Criptomoedas são moedas digitais descentralizadas. Nos dias de hoje, existem moedas digitais que são controladas pelos governos, sendo basicamente uma versão alternativa das moedas físicas. Essas não podem ser consideradas como criptomoedas, já que uma das suas principais características é justamente o fato de serem descentralizadas, sem um governo ou um órgão que define os seus valores.
Elas funcionam a partir de uma rede de blockchain, tecnologia que permite a criação de moedas a partir de uma rede de registros públicos, que podem ser consultados e verificados pela comunidade de uma forma geral. Elas funcionam apenas dentro do ambiente virtual, sendo que o seu valor acaba sendo definido justamente pela sua dificuldade de mineração e também pela sua raridade no mercado.
Em um primeiro momento, essas moedas eram utilizadas basicamente para fazer transações online que não podiam ser rastreadas. Mas, nos dias de hoje, com essas moedas incorporadas ao sistema financeiro como um todo, existe uma regulamentação em relação às movimentações financeiras que utilizam as mesmas.
Como investir em moedas digitais?
Método 1 – Compra direta das moedas digitais
Atualmente, uma das formas mais simples e diretas de investir dinheiro em criptomoedas é comprar diretamente esses ativos. Atualmente, é praticamente inviável investir na mineração dessas moedas, uma vez que o trabalho necessita de equipamentos cada vez mais potentes e consome uma grande quantidade de energia.
Quando as compras são feitas nesse tipo de empresa, elas são feitas diretamente com os valores que as pessoas utilizam no dia a dia. Ou seja, utilizando moedas reais, como o Real ou o Dólar.
Mas, além da compra direta dessas moedas digitais, os investidores também podem utilizar métodos mais seguros e menos arriscados para conseguir ter exposição a esses ativos sem precisar comprá-los diretamente.
Método 2 – Investir via ETF de criptomoedas
O ETF, ou Exchange Traded Fund, é um fundo negociado diretamente na bolsa de valores e que pode ser comprado pelos investidores como se fosse uma ação comum.
Esse tipo de fundo é classificado como um investimento passivo, que deve sempre ser administrado por um gestor profissional. Ele basicamente acompanha o preço das criptomoedas de forma automática e permite que os investidores consigam ganhar dinheiro sem precisar se preocupar diretamente com a compra e a venda desses ativos.
Método 3 – Investimento via fundos de criptomoedas
Os fundos de criptomoedas funcionam de uma forma muito semelhante aos fundos tradicionais. Eles reúnem os aportes financeiros de diversos investidores e, com esse montante, aplicam o dinheiro em diferentes ativos dentro do universo das criptomoedas. Esses fundos também devem sempre ser administrados por um gestor profissional.
Esses fundos funcionam de uma forma muito parecida com a ETF, mas com a diferença de não estarem atrelados a um índice específico e permitirem uma gestão mais ativa dos ativos que fazem parte do portfólio. Dessa forma, os gestores podem escolher quais moedas digitais entram no fundo, o que pode proporcionar oportunidades de lucro mais interessantes.
Esse tipo de investimento deve ser feito diretamente na B3, na bolsa de valores brasileira, caso seja realizado por brasileiros que estão no Brasil. Isso porque o Brasil conta com regulamentações específicas para esse tipo de operação, garantindo mais segurança aos investidores.
Vale lembrar que, assim como qualquer outro tipo de investimento, as criptomoedas apresentam riscos. A volatilidade desses ativos é alta, o que significa que os preços podem variar de forma considerável em um curto período. Por isso, é fundamental que o investidor faça uma análise cuidadosa antes de aplicar o seu dinheiro e diversifique sua carteira para reduzir possíveis perdas.
Por fim, independentemente do método escolhido, é sempre recomendado buscar informações atualizadas sobre o mercado e, se necessário, contar com a orientação de profissionais especializados na área financeira. Assim, as chances de sucesso ao investir em criptomoedas aumentam, e os riscos podem ser melhor gerenciados.