Cinco dicas para quem quer adotar a dieta mediterrânea no dia a dia
Escolha de alimentos pode ser interessante para cuidar de determinados aspectos da saúde.
Existem muitas dietas disponíveis para as pessoas que desejam mudar seus hábitos alimentares. Muitas delas se concentram na restrição de determinados alimentos, com o objetivo de perda de peso de uma forma mais rápida. Mas existem aquelas dietas que são mais focadas nos aspectos da saúde de forma geral.

A dieta mediterrânea, mesmo que se concentre em uma determinada categoria de alimentos, acaba sendo mais focada nos cuidados e aspectos da saúde das pessoas ao longo do tempo. Seus benefícios normalmente são identificados no médio e no longo prazo, mas podem ser muito importantes para quem está preocupado com determinados aspectos da saúde como um todo.
Essa é uma dieta que já se tornou conhecida há algum tempo por ser muito interessante para quem quer cuidar melhor da saúde do coração e do sistema circulatório de uma forma geral. Além disso, mais recentemente essa dieta também apareceu em pesquisas como sendo muito interessante para diminuir as chances de desenvolver câncer de próstata, cervical e colorretal.
O que é a dieta mediterrânea?
A dieta mediterrânea prioriza basicamente o consumo de alimentos que sejam considerados frescos e naturais. A base dos ingredientes que aparecem com mais frequência nos pratos de quem segue essa dieta é baseada nos sabores e tradições da região mediterrânea.
Nessa dieta, existem alguns alimentos e ingredientes que acabam sendo considerados como a base dessas refeições. Um dos exemplos é o azeite de oliva, que pode ser utilizado como a principal fonte de gordura dessas refeições. Além disso, a comida acaba sendo composta por grandes quantidades de frutas, vegetais, legumes, cereais integrais, sementes, frutos secos e peixes.
Um fator que é muito importante para qualquer pessoa interessada em adotar a dieta mediterrânea é justamente evitar o consumo dos alimentos que são considerados como industrializados, tais como salsichas, salgados, alimentos congelados e pré-prontos.
Dicas para quem deseja adotar a dieta mediterrânea
Utilize um bom azeite de oliva extravirgem
O azeite acaba sendo muito importante para esse tipo de dieta, tanto no preparo de determinados alimentos como também atuando como principal tempero dos alimentos crus, como verduras e vegetais de uma forma geral. Além disso, ele chega como uma fonte de gordura importante para o funcionamento do corpo, mas muito mais saudável do que outras fontes que as pessoas normalmente utilizam.
Mas é importante realmente verificar a qualidade do azeite. Antes de mais nada, ele precisa ser definido como extravirgem na sua embalagem. Além disso, os azeites que são vendidos em garrafas de vidro escurecidas tendem a ter uma qualidade maior.
Aumente o consumo de alimentos de origem vegetal
Para quem pretende seguir o mais à risca possível a dieta mediterrânea, é muito importante saber que estamos falando de uma alimentação que deverá ter grandes quantidades de alimentos de origem vegetal. Mas é importante ressaltar que isso não significa que as pessoas tenham apenas que comer os alimentos que podem ser encontrados no setor de hortifrúti.
Também é muito importante que as pessoas consumam mais alimentos como grãos integrais, nozes, sementes, ervas, especiarias e feijões. É importante também variar os tipos de alimentos. Pesquisas indicam que pessoas que comem 30 ou mais plantas diferentes por semana têm microbiomas intestinais significativamente mais saudáveis do que as pessoas que consomem 10 ou menos.
Consuma frutos do mar 3 vezes por semana
Aumentar a quantidade de frutos do mar consumidos é muito importante, especialmente para que as pessoas consigam comer menos proteínas que são consideradas menos saudáveis. Além disso, as gorduras que estão presentes nos peixes e demais alimentos dessa origem, como o ômega-3, são complementares às gorduras vindas do azeite.
Mas muitas pessoas não consomem os frutos do mar pelos valores ou então pelo fato deles terem um preparo mais complexo. Mas existem algumas alternativas, como os enlatados, que podem ser consumidos ao longo da semana. E alguns peixes podem ser preparados muito rapidamente, como o salmão.
Reduza o consumo de ovos e laticínios
Apesar desses itens não serem proibidos dentro de uma dieta mediterrânea, até mesmo pelo fato dela não ser considerada como uma dieta completamente restritiva, é importante que as pessoas reduzam o consumo dos itens que estão inseridos dentro da categoria de ovos e laticínios, já que eles costumam ser muito presentes no dia a dia.
Um ovo por dia, por exemplo, pode ser considerado como uma quantia saudável para quem deseja manter o controle da alimentação. Mas é importante evitar consumir omeletes cheios de queijos, por exemplo.
Priorize os alimentos integrais
É muito importante também que as pessoas aumentem o consumo de produtos considerados como integrais. Em vez de ter uma rotina alimentar baseada em arroz e pão branco, por exemplo, pode ser interessante buscar alternativas, como quinoa, cevada, aveia e outros grãos integrais.